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Os suicidas tinham razão. Eles sempre têm. Apesar de achar um tanto covarde virar as costas para os problemas e deixar as portas da desistência abertas para quem quiser entrar. Porém, admiro a audácia dos suicidas. As pessoas nos pisoteiam, nos esmurram a cara a ponto de ficarmos inconscientes e sem forças para levantar do chão. Quem dera eu, ser um suicida; que consegue passar por cima de tudo , encontrando a serenidade que sempre procurou. Quem dera eu, ser um suicida e dar um fim nessa anomalia que sou eu. Dizem que as pessoas silenciosas têm a mente turbulenta, no meu caso, ela é vazia. Um vazio impreenchível, insaciável. Meu vazio sempre busca expandir-se, ele é interminável. Eu jamais quis a ajuda de alguém e não vai ser agora que vou recorrer a isso. Não quero mais atrapalhar ninguém com minhas lamúrias. O melhor conceito em relação à dor, encontrei no último livro que li: “ela precisa ser sentida”. É isso que estou fazendo, sentindo. Eu só não sabia o quão ampla ela era. Nunca imaginei que a dor pudesse esmagar os ossos, destroçar a carne e secar a alma. Eu realmente não sabia. Quem dera eu, ser um suicida.
Apunhalei. (via revejo)

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